O que tens que fazer, faze-o depressa!!

15 07 2014

Gostaria de compartilhar com vocês meus amigos e irmãos esta Pregação em Power Point, a qual você poderá usar como referencia para sua pregação ou simplesmente para o seu estudo.

 

Você pode BAIXAR O Power Point  CLICANDO ao LADO >>> O que tens de fazer, faze-o depressa! <<<<

 

Eu mesmo tomei como base a pregação, muito boa por sinal, do Pr. Claudinei Oliveira (Veja aqui).

 

Que Deus te abençoe e enriqueça seus estudos!!

 

Pr. Alex Oliveira.

 

 





Aprendendo sabiamente a Prosperar!

25 06 2014

Por Pr Alex Oliveira

Eu particularmente creio na Prosperidade de Deus!

Não na forma como dizem os homens de nossa época. Não creio que ela venha por acaso! Não creio que ela venha sem esforço! Não creio que ela venha por barganhas!

Penso que, ao contrário do que muitos imaginam, a prosperidade de Deus não significa apenas certa soma de dinheiro. Ela possui muitos aspectos que, creio, atinge todas as áreas de nossas vidas; inclusive creio que a saúde e a paz interior fazem parte da Prosperidade de Deus para nós.

Também creio que quem desfruta da prosperidade de Deus, deve se esforçar para que outros possam também desfrutá-la (Talvez até ensinando-as). Deve dar ou doar parte da riqueza aos necessitados (falo de forma abrangente e não falo só de dinheiro), pois recebe muito mais quem aprende a não reter com usura o que se tem. A meu ver prosperidade é como o apóstolo Paulo entendia: não é Tanto pelo que se tem a mais, mas é estar contente pelo tanto que se é suprido (2 Co 9:12 / 2 Co 11:19 / Fp 4:11-18).

Acho que o segredo não é só ser próspero, mas estar contente/satisfeito e, acima de tudo ter PAZ com o que se tem! (O livro de Filipenses fala um pouco sobre esta paz).

Existem várias histórias na Palavra de Deus que nos ensinam alguns princípios que são importantes para quem quer alcançar a Prosperidade de Deus, nos termos como disse anteriormente. Nunca é por acaso; e na maioria das vezes depende de nós, de nossas escolhas e nossas atitudes!

Consta em toda a Bíblia diversas promessas de prosperidade de Deus para o seu povo; destaco duas:

Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra…” (Isaías 1:19)

Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda…” (Isaías 54:2,3)

É assim que aprendo em Gênesis 26:1-25, com a história de Isaque (e muitas outras que podemos falar em outra oportunidade). Se você ainda não a leu, incentivo-lhe a ler. Como em todos os exemplos e histórias, temos grandes coisas a aprender, sejam com as coisas boas ou as ruins!

O capítulo 26 inicia com uma informação importante: HAVIA FOME na terra!

Como ser próspero em meio a uma situação tão difícil???

1º – DANDO OUVIDOS AO SENHOR

Quando sobrevêm as dificuldades o primeiro pensamento é de fugir delas! Isaque percebeu que as coisas estavam ruins, e não iriam melhorar; então, tomou a decisão de descer, com sua família, ao Egito; como também seu pai Abraão o fizera antes dele (Gn 12:10-20). Acontece que, por algum motivo, o Senhor aconselhou o filho da promessa a não escolher a opção mais óbvia e mais coerente do ponto de vista humano, antes, lhe disse: “habita na terra que eu te disser” (Versículo 1 e 2); como que querendo fazer na vida de Isaque o mesmo que fizera com Abraão (Gn 12:1-4).

Obs.: Se quisermos entrar na rota das bênçãos de Deus é muito importante prestarmos atenção à direção que o Senhor nos dá!

2º – TENHA FÉ NA DIREÇÃO E NAS PROMESSAS DE DEUS

Deus faz grandes promessas a Isaque (Versículo 3 e 4)! Ele também tem para nós! Implicitamente, porém, está a Fé nestas promessas e Obediência a direção do Senhor.

3º – OBEDEÇA AO SENHOR

No versículo 5, Deus desafia a Isaque a obedecê-lo, como Abraão o fizera: “Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado…”. O versículo 6 não deixa dúvida: “Assim habitou Isaque em Gerar”.

4º – NUNCA NEGOCIE A VERDADE

Assim como fez Abraão, assim fez Isaque! Não só em algumas virtudes, mas também, no defeito! Mentiu feio (versículos 7-11).

É interessante como, às vezes, o mau exemplo é passado de geração pra outra geração! Nossas atitudes, assim como as palavras, tem grande influencia nos mais novos, principalmente nos nossos filhos.

O problema é que a mentira tem suas conseqüências, e às vezes, envolvemos pessoas que não tem nada a ver com essas conseqüências (vs 10). Ele quase pôs a “perder” todo o plano de Deus. Menos mal, no caso de Isaque, pois ninguém concretizou o intento contra Rebeca.

Obs.: Não precisamos da mentira para nos promover; não precisamos passar por cima dos outros para alcançar o que Deus tem para nós!

5º – FAÇA A PARTE QUE LHE CABE

Apesar do deslize acima do Patriarca, Isaque tinha realmente muitas qualidades. Uma delas era a disposição que tinha para “Semear” (versículo 12).

Por conta do seu trabalho e, reconhecidamente abençoado pelo Senhor, o filho da promessa foi prosperando grandemente (versículos 13 e 14).

6º – IGNORE/DESCONSIDERE A INVEJA

Definitivamente, não temos controle sobre algumas coisas; uma delas é a Inveja! Para aqueles que se esforçam e com a graça de Deus alcançam as promessas, sempre haverá quem o calunie, o inveje; e não é só pelas posses não!! É pela PAZ que alguns não conseguem ter; é pela família que alguns gostariam de ter; é pelo emprego, é pela influencia, etc.

Isaque sofreu na pele e de muitas maneiras esta inveja! (versículos 14-17)

Creio que todos nós somos capazes de alcançar a prosperidade de Deus, e não “precisaríamos” invejar quem quer que fosse; mas, muitos não alcançam, pois não estão dispostos a pagar o preço que é devido, seja ele qual for!

Bem, já que não podemos evitá-la, Ignoremo-la!

7º – CONTINUE SEMEANDO E CAVANDO

A melhor forma de mostrar sua indiferença ao inimigo é continuar… “obedecendo, orando, meditando, cavando, semeando, perseverando…”. Acho que não tem coisa pior para os inimigos do que a indiferença!

Isaque semeou e, por isto, colheu… e invejaram! Cavou e, por isto, achou água… e entulharam e porfiaram o poço.

Mas, ta aí uma grande atitude e exemplo; não é preciso discutir, não é preciso brigar; só é preciso CONTINUAR semeando e cavando. Isaque sabia que Deus era com ele!!

Continue fazendo sua parte…

8º – NO TEMPO CERTO DEUS FARÁ A PARTE DELE

A vitória é daqueles que perseveram até o fim! Praticamente foi assim para todo aquele que venceu, dentro e/ou fora da Bíblia!

Resisti ao Diabo e ele fugirá de vós”; diz o apóstolo Tiago (4:7)

Acontece que nem chegamos a lhe resistir muito, ao contrário ele é quem tem perseverado, muito mais do que nós! Ou você persevera ou ele! Quem ganhará? Quem vencerá o outro pelo cansaço?

No caso de Isaque, seus inimigos não resistiram a sua perseverança! E, por fim reconheceram que o Senhor era com ele (versículo 28).

Eu tenho certeza que se você seguir em obediência os caminhos e a direção do Senhor, revelados pela sua Palavra, fizer a parte que lhe cabe, serás mais que abençoado e próspero e muitas famílias desta terra o serão também, por causa de ti!!!

“Então edificou ali um altar, e invocou o nome do Senhor, e armou ali a sua tenda; e os servos de Isaque cavaram ali um poço”.

Que Deus lhe abençoe e Prospere!





AS PEDRAS GRANDES E O VASO (Reflexão)

23 06 2014

Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou a classe:

Está cheio?

Unanimemente responderam:

Sim!

O professor então pegou um balde cheio de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos: E agora, está cheio?

Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!

O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio?

Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:

Sim!

O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:

Qual o objetivo desta demonstração?

Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:

Não importa quanto a “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguira “espremer” dentro mais coisas!

Não, respondeu o professor. O ponto é o seguinte: A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro.

As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: seu relacionamento com Deus, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

Um verdadeiro líder precisa preencher a sua vida com as pedras grandes que são as coisas mais importantes da vida, a fim de se ter excelência na liderança. Que pedras importantes precisam ser colocadas hoje em primeiro lugar no nosso coração?

Cuidado para não inverter a ordem!!!





Examine-se pois o homem. Um Balanço do Ano!

24 12 2013

Por Pr Alex

Ao chegar o final do ano é natural que façamos um balanço dos acontecimentos do ano em nossas vidas. E este balanço é importante! Na verdade a palavra de Deus nos incentiva a fazermos isto não só no fim do ano, mas  a todo o momento. E ainda nos mostra a palavra de Deus que isto é uma questão, às vezes, de vida ou morte ou pelo menos uma questão de ser aprovado ou não.

No antigo testamento, especificamente no livro de Daniel capítulo 5, as Escrituras relatam a história de um rei que fora julgado por ter sido “pesado” na balança pelo Juízo de Deus, e achado em falta. Belsazar fora sentenciado a morte!

Precisamos entender, no entanto, que o último recurso do juízo que provém de Deus é a morte; mas, ela não virá e não será necessária para aqueles que se examinam, julgam-se e arrependem-se!

É o que entendo quando leio 1 Co 11.31,32 – diz: “Se julgássemos a nós mesmos não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor…”. Embora eu saiba que o contexto desta passagem se refira a Santa Ceia, entendo que possamos aproveitar a essência da mensagem de Paulo que é: “Examine-se o homem pois a si mesmo…”

O que Paulo nos exorta é, não só fazer o que é certo, mas julgarmo-nos se estamos realmente procedendo corretamente, se estamos no caminho correto! Este exercício de autojulgamento ou autoanálise aumenta a nossa capacidade de autoconhecimento e nos coloca em condições de encontrarmos o caminho correto. Creio que o apóstolo Paulo tinha esse hábito de lutar contra e examinar a si mesmo para que não fosse desqualificado (1 Co 9.27).

Outro fato importante na passagem de 1 Co 11.31,32 é que Paulo nos dá a entender que se nós não julgarmos a nós mesmos, seremos julgados por outros ou pelo Senhor! Nesta mesma passagem podemos tirar algumas conclusões:

a)  Sempre, antes do Juízo haverá disponível a Misericórdia; porém, quando não há por parte do réu “o aceite” dela, segue-se o Juízo

b)  O Juízo de Deus não é uma simples sede de vingança, mas, uma forma de nos chamar ao arrependimento

c)  Deus permite certas circunstâncias acontecerem para que sirvam como exortações, correções

d)  “b e c” acima não são necessários se tivermos o hábito de examinar e julgarmos a nós mesmos

Se hoje ou ao findar do ano formos chamados a presença do grande Juiz a prestar-lhe contas, como estaria nossa Balança? Será que estaria como a de Belsazar? Sentiríamos ou sentiremos a dor e a vergonha de não termos feito para Cristo e pelas pessoas que tivemos contato, mais do que deveríamos?

Quem você visitou? Quem você agasalhou? A quem você deu de comer? Quem você abençoou? Quem você achou? (João 1.40-50/ Mateus 25.31)

Tome hoje a balança de sua vida e examine-se a si mesmo, não espere a exortação e o juízo de Deus chegar, pode ser tarde! Não deixe para depois ou para amanhã, faça neste momento uma reflexão!

Deus te abençoe!





Aquietai-vos e sabei que o Senhor é Deus (Repostagem)

15 08 2013

Por Pr. Alex Oliveira

Deixe-me dizer, primeiramente, que a frase “aquietai-vos”, no contexto desta mensagem, significa: Ficai Boquiabertos, mas, também, quer dizer: não murmureis!
Leiamos inicialmente o livro de Êxodo 13.17

1boca-fechadaVejamos antes de tudo, uma breve contextualização da História de Israel: A Bíblia relata que após a morte de José no Egito levantou-se outro Faraó que não o conhecia, e que não conhecia os seus feitos, nem muito menos, sua família. O novo Faraó sentindo que o povo Hebreu, que habitava o Egito, poderia lhe ser uma ameaça, pois era povo numeroso e crescia rapidamente; podendo se voltar contra o próprio Egito no futuro; decide escravizar o povo Hebreu (Êxodo 1.8-14).

Contudo, a escravidão do povo Hebreu já havia sido predita pelo Senhor a Abraão (Gênesis 15.12-14). Os eruditos da Bíblia dizem que a escravidão já estava determinada, como conseqüência dos pecados do Patriarca. Na ocasião, Abraão desceu com Sara, sua mulher, ao Egito, por causa da fome que assolava a região de Canaã. Chegando ao Egito, e com medo dos habitantes e de Faraó, o patriarca conta uma meia-verdade (= mentira) aos egípcios. Apesar de Sara ser realmente sua meia-irmã; a atitude de Abraão tornou-se repreensível, pois o seu intento era enganar ou ludibriar, e também, fugir das conseqüências de ser esposo da matriarca. A palavra de Deus nos ensina que, nossa palavra deve ser: sim, sim ou não, não; e ainda diz mais: o que passar disto é de procedência maligna (Mateus 5.37). A palavra neste ponto é radical, justamente, para que não deixemos brecha ou dúvida sobre nossa palavra ou nossa conduta.   

A primeira conseqüência da “meia-verdade” é que Faraó toma Sara por mulher, sendo impedido, porém, por Deus de lhe tocar (Gênesis 12.17-19). A segunda conseqüência é a escravidão dos seus descendentes no Egito; provavelmente, como conseqüência (espiritual) da situação gerada pelo pecado de Abraão.

Este fato reflete a verdade de que Deus nos livra ou nos dá força para vencer o pecado, contudo, uma vez que pecamos, Ele não nos livra da conseqüência; não porque não possa, mas, sim porque, o próprio Deus estabeleceu um princípio que Ele não quebra: “Sempre há uma consequência para nossos atos, sejam bons ou maus”.

Pois bem, entremos na mensagem…

Após 430 anos de escravidão, Deus cumpre sua promessa feita a Abraão, que libertaria o seu povo (Gênesis 15.12/ Êxodo 3.6-8). Antes, porém de Deus libertar o povo Hebreu, precisava saber: para onde iriam, por onde iriam e como iriam?

Êxodo 13.17 relata um fato intrigante: Para chegar à grande promessa de Deus, haveria de ter um preparo; não seria de qualquer maneira. O versículo em questão relata que, ao invés de levar pelo caminho mais curto, Deus, fez o povo rodear pelo caminho do mar vermelho, e na mesma passagem, o autor de Êxodo declara a razão disto. Além da razão que declara o texto, nitidamente, podemos observar outra razão: Para se manifestar o grande poder de Deus!

Deus precisava forjar o caráter de um povo que durante 430 anos fora escravo. Tinham a mentalidade de escravos. Deus precisava prepará-los para a guerra que enfrentariam; precisavam tornar-se guerreiros; precisavam aprender mais de Deus.

Os versículos 21 e 22 mostram o cuidado de Deus durante toda a peregrinação do povo.

Pulando para o capítulo 14.1-4 (de Êxodo), vemos uma estratégia nada convencional de acordo com sabedoria humana.

Em suma, a estratégia de Deus declarava que, o povo, uma vez libertos do Egito, deveria rodear pelo caminho do mar vermelho, dando a impressão para os Egípcios e a Faraó, que eles estavam perdidos e confusos. Além disso, Deus pediu para o povo retornar (Cap. 14.1-3) e se acampar não muito distante da vista de faraó; assim, ele seria tentado a perseguir o povo Hebreu.

Muitos não creram, muitos blasfemaram e muitos se desesperaram. Não compreenderam os pensamentos e os caminhos de Deus (Isaías 55.8,9); Talvez, muitos tenham pensado: é loucura! (1 Coríntios 2.14).

O clímax desta situação se encontra quando faraó decide perseguir o povo. O povo por outro lado, sem ter para onde escapar, vai de encontro ao mar vermelho. Parece não ter escapatória! Diante dessa situação, diante da pressão a que foram submetidos, o povo, bem como Moisés levantaram um clamor angustiante a Deus. E o Senhor responde: “aquietai-vos!” e ainda: “… dize aos filhos de Israel que marchem” (Êxodo 14.15).

A História do povo Hebreu, os filhos de Israel, prefigura, em muitos detalhes, a vida de cada Crente fiel a Deus. Somos provados; afligidos; preparados para encontrar as promessas; estamos em fase de transição: éramos escravos! Somos livres agora! Muitas vezes, levados ao limite da nossa fé; somos confrontados em nossa sabedoria e sobre o que julgamos ser o certo. Precisamos aprender muito mais de Deus. “Em todas essas coisas, porém, somos mais que vencedores, em Cristo (Romanos 8..37).

Quando Deus nos pede para nos aquietarmos é, primeiro, pelo fato dele não querer que nós atrapalhemos seus planos; pois constantemente nós, tomamos a frente de Deus, e queremos agir ao nosso modo. Segundo, aquietai-vos, pois, muitas vezes, não há nada que possamos fazer. Temos que reconhecer que há situações que fogem ao nosso controle; nessas horas devemos entregar tudo nas mãos do Senhor. Aquietai-vos não quer dizer: fiquemos parados e relaxados! Antes, significa que temos de depositar nossa fé e esperança em Deus, esperando as suas ordens e estratégias para vencer. Crendo sempre, como disse o Apóstolo Paulo: “Graças a Deus, que sempre nos faz triunfar, em Cristo…

A palavra final de Deus para os Hebreus é a mesma que é dada para você, hoje: “Não temais, estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará”.





Quem Pecou?

10 08 2013
Por Pr. Alex Oliveira
A busca pela resposta dos dilemas, sofrimentos, problemas, tristezas e dissabores da vida, fazem parte da vida humana. Na maioria das vezes não encontramos a resposta! Não nos conformamos com a falta de sentido ou falta de resposta em relação a certas situações. Culpamos as pessoas, culpamos as circunstâncias, culpamos o “destino”, culpamos a Deus.
Desde tempos remotos existia, e ainda hoje existe, a crença de que se algo de ruim acontece ou se as coisas não vão para “frente”, a pessoa sofredora está em pecado e, pior, julgamos muitas vezes o estado da pessoa como se fosse um castigo ou maldição divina. Só que não é bem assim! Tudo, porém, é uma questão de ponto de vista!!
Lógico, existe consequências para nossos atos, isto é inquestionável; mas, nem sempre o que vivemos ou estamos passando é consequência única e exclusiva de nossos atos. Simplesmente (e infelizmente), aflições e situações desagradáveis acontecem com todos os mortais, justos ou impios; ponto!
Certa vez, os discípulos de Jesus, levados pela crença da “época”, ao encontrarem um cego mendigo a beira do caminho (João 9.8), indagaram ao mestre:
- “Quem pecou, este ou seus pais para que nascesse cego?” (João 9.2)
- “Nem ele e nem seus pais…”. Respondeu Jesus!! (João 9.3); E continua: “… Mas, foi para se manifestassem nele as obras de Deus”.
Repito,  é tudo uma questão de ponto de vista!
Repare: Onde muitos enxergam um problema e falta de solução, o Mestre enxerga uma oportunidade!
Acho interessante o fato de Jesus ter dito: “… as obras de Deus“, como querendo dizer a obra completa e não só o que o homem aparentemente precisava (de cura). A oportunidade não é de apenas nos dar o que achamos que precisamos, mas sim de tudo o que realmente precisamos.
Bem certo é: Que todas as situações contrárias ao nosso querer sempre podem (e devem) se tornar uma oportunidade para Deus! Jesus, através deste texto, nos convida, não obstante aos males que estamos sujeitos, a enxergar da mesma forma como Deus vê as circunstâncias. E Ele, em todas elas, vê a oportunidade para mudar a vida das pessoas e glorificar o seu nome!
 Quem pecou?? Quem é o culpado?? Não sei, e nem importa!
Mas, de uma coisa sei:
Não importa as circunstâncias “O Sangue de Cristo nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7); e mais, a situação que eu e/ou você por ventura estejamos passando é uma oportunidade para Deus mais uma vez mostrar o seu poder, o seu amor, a sua graça e, então, Glorificar o seu Santo Nome!
Que você seja fortalecido por estas palavras!
Um Grande abraço!




A LEI DA SEMEADURA E RECIPROCIDADE

28 07 2013

Por Pr Alex Oliveira

Muito se ouve falar da conhecida  “Lei da Semeadura” (falei um pouco dela em um artigo > Clique Aqui para Ler <).

No artigo referido acima eu disse que : “Lei, no sentido cientifico, é uma regra que descreve um fenômeno que ocorre com regularidade. É uma hipótese geralmente simples, mas, de abrangência geral que, sendo exaustivamente confrontada, testada e validada frente a um amplo e diverso conjunto de fatos, dá-lhes sempre sentido cronológico, lógico e causal, e por tal recebe um título “honorífico” que a destaca entre as demais, o título de lei”.

Leis, neste sentido, não podem ser quebradas, pois seus efeitos são “certos, lógicos e causal”. Toda vez que agirmos em conformidade com estas Leis o resultado será o mesmo; e toda vez que agirmos em des-conformidade com elas o resultado também será o mesmo. Explico:

“O que o homem plantar, isto colherá” (Gálatas 6.7).

“Pelo fruto se conhece a árvore. Colhem-se, porventura, figo dos abrolhos?” (Mateus 7.16).

“O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará” (2 Coríntios 9.6).

Para complementar, o Salmo 126 nos dá a entender que o que semeia… Com certeza colherá.

Entendemos, portanto, pela lei da semeadura que: O que se planta é o que se colhe; a qualidade do que se planta é a qualidade do que se colhe e à medida que se colhe é exatamente a mesma medida que se plantou!

Pois bem, existe, outra grande LEI que está totalmente relacionada com a anterior; na verdade, as duas andam de mãos dadas, mas possuem alguma distinção; é a “Lei da Reciprocidade”. Sobre esta vamos meditar! Embora a Bíblia não chame de Lei da Reciprocidade (eu que dei o nome… rsrs), seu conteúdo, como proponho, foi nítidamente ensinado pelo nosso Senhor Jesus.

Foi em meio ao contexto do revolucionário Sermão da Montanha que o Mestre começou a ensinar a realidade e os efeitos da Lei da Reciprocidade. No capitulo 7 do evangelho de Mateus, Jesus, começa a explicar uma série de situações de “causa e efeito”:

- “Não julgueis, e não serão julgados”

- “Cuidado com o tipo e a severidade do julgamento aos outros, pois eles retornaram para você na mesma medida”.

- “Aquele que pede, é porque tem a necessidade de receber”

- “O que busca, o faz na esperança de encontrar”

- “O que bate, na esperança de que alguém abra a porta”

- “Qual o pai que o filho lhe pedindo pão, lhe dará uma Cobra?”

E por fim, Jesus finaliza (versículo 12) com maestria, nos deixando uma pérola parecida com o novo velho mandamento (Amar a Deus… e ao próximo como a ti mesmo):

Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lhes também vós, porque esta é a Lei e os profetas”.

Na verdade Jesus resume espetacularmente todos os mandamentos de Deus e nos dá o segredo para o bem estar de todos os seres humanos:

1º – Ama a Deus mais que tudo.

2º – Ama o teu próximo como a ti mesmo.

3º – Faça com/para as pessoas aquilo que você quer que elas te façam.

Não há vida sem relacionamento (vice versa); e não há relacionamento sem RECIPROCIDADE  e CUMPLICIDADE. Não há!!

E a palavra de Deus nos ensina a tomar a dianteira: “Faça antes para depois receber; Plante antes para depois colher”.

RECIPROCIDADE ENTRE OS SERES HUMANOS

Existem pessoas que, como diz o ditado popular, só querem: Vem a nós, vosso reino nada! Não pensam nos outros como extensão de si mesmos; não pensam na felicidade dos outros como a extensão da felicidade de si mesmos!

Escutei um grande pastor contando que uma vez um irmãozinho da sua Igreja havia ficado doente e, neste período ninguém fora visitá-lo, fato pelo qual havia ficado triste e fora reclamar com este pastor. Este pastor, conhecendo sua ovelha lhe disse:

- Quando você não estava doente quantas pessoas você foi visitar? A quantos você estendeu a mão?

Nem preciso falar né?

Querer receber aquilo que você não fez é querer colher o que não se plantou!!

Aquilo que nós fizermos (plantarmos) tenderá a retornar a nós, pois é a Lei da Semeadura. E o que deixarmos de fazer aos outros não podemos exigir que os outros nos façam (Lei da Reciprocidade).

RECIPROCIDADE ENTRE OS HOMENS E DEUS

Foi por causa da Lei da Semeadura que Deus disse, por meio do profeta Malaquias: “Provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as Janelas do Céus e derramar benção sem medida” (Ml 3.10).

Em relação a Lei da Reciprocidade, com Deus é a mesma coisa, tem que haver Reciprocidade e Cumplicidade no relacionamento com o PAI, e não só: “Vem a nós…”.

Houve uma pessoa que não sabia ou ignorou estas duas grandes Leis, Saul, o primeiro Rei de Israel. Vejamos:

Disse ele então: Pequei; honra-me, porém, agora diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que adore ao SENHOR teu Deus”. 1 Samuel 15:30

Quem conhece a história sabe que Saul queria receber para si aquilo que não havia feito para com os outros (especialmente com Deus); queria honra, mas não queria honrar; queria obediência, mas não queria obedecer.

E VOCÊ??

Tem levado em conta, em seus relacionamentos e em sua vida, as Lei da Semeadura e da Reciprocidade??

Não diga que você não precisa ou não vai precisar dos outros, pois não sabemos o dia de amanhã – Aqui a LEI da RECIPROCIDADE se esbarra na LEI da SEMEADURA, pois assim como devemos plantar o que queremos colher, devemos antecipar em fazer aos outros o que queremos que os outros nos façam!!

Esta é a Grande Lei!








Sumo Sacerdote

Louvor e Adoração

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 134 outros seguidores